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A \ R \ L \ S \ Cavaleiros da Arte Real nº 3245

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S F U



GRAU DE COMPANHEIRO


QUESTIONÁRIO APOSTILA



V MEST IRULYSSES D. PINHEIRO


1O VIG IRALCION SILVA


2o VIG IR PAULO K. TOGAME


ORADOR IR CASSIMIRO CHEIROSSA


SECRETÁRIO IR FREDY J. SILVA


JUN/2002-MAIO/2003


R- MM IIr C T M R

R – E V A E F


R- Numa Loja Regular.


R- CinAAn


R- É o obreiro reconhecido apto para exercer sua arte e consciente de sua energia de trabalho. Ele tem por dever realizar o plano teórico traçado pelos Mestres.


R- Por um S, duas PP e um T.


R- A M D sobre o C lembra o compromisso de amar fervorosa e dedicadamente seus IIr e recorda o juramento prestado; a M E levantada reafirma a sinceridade da promessa feita; a E com a M D mostra que todos os seus atos se inspiram na justiça e na equidade.


R- J


R-Estabilidade - Firmeza. É o nome de uma das colunas de bronze, erguidas à entrada do templo de Salomão, onde os CComp recebiam seus salários.


R- Dá-se Sil (Ao ouvido direito como no Grau de Aprendiz)


R- Sch


R- Significa “Fartura e Abundancia” e é representada por uma espiga de trigo.


R- Força e Alegria.


R- Estabilidade e Firmeza


15- Porque as colunas eram ocas ?

R- Porque nelas eram guardadas as ferramentas e tesouros dos AAp e CComp


R-A doutrina iniciática, cujo conhecimento está reservado aos que não detêm-se na superfície, mas sabem aprofundar-se nos estudos.


R- Nabucodosonor viria a incendiar e saquear o templo, levando os vasos Sagrados e utensílios de metal precioso, inclusive as duas colunas de Bronze, as quais teriam sido partidas, pelos invasores ( 2o Reis, Cap. 2o Crônicas, Cap. 36 ; Jeremias, Cap. 52 ).


R-A exaltação ao trabalho, seja ele de qualquer espécie. Pelo trabalho o Comp transformará a P B em P C.


R- Por 3, 5 e 7, seguindo um caminho em caracol ou espiral.


R- O L da L, o Comp,o Esq.


R-Igual do Apr, porém com a Abeta abaixada.


R- O Comp conseguiu parcialmente vencer suas paixões, seus vícios e suas fraquezas e que já tenha corrigido muitos de seus defeitos.


R- Porque ela é não só o emblema do gênio que leva o homem a pratica das grandes ações, mas também o símbolo do fogo sagrado, com que nos dotou o GADU, e sob cujos raios devemos dicernir, amar, e praticar a verdade, a justiça, e a eqüidade.


R- Para figurar os quatros membros do homem e a cabeça que os governa, esta como centro das faculdades intelectuais, domina o quartenário dos elementos ou da matéria. Assim, a Estrela Flamígera ou Flamejante é particularmente, emblema do poder da vontade.


R- Porque a estrela Flamejante irradia a luz do Sol e da Lua, afirmando que a inteligência e a compreensão procedem, igualmente da razão e da imaginação.



R- Porque tinha desejo de conhecer os mistérios da natureza e da ciência, bem como o significado da letra IOD, que representa à nossa letra G.


R- Geometria, Gravidade , Geração, Gênio, Gnose.


R- Da aplicável à construção universal. Da que nos ensina a polir o homem e torna-lo digno de ocupar seu lugar no edifício social.


R- O Companheiro é chamado a fazer a “obra da vida”, pondo em ação sua energia vital e aprofundando-se nos mistérios da existência.


R- A atração universal, que tende a aproximar os corpos da ordem física, corresponde, na ordem social, a uma força misteriosa análoga, que tende à reunião e mesmo, à fusão das almas. Corresponde à força que une os corações, que assegura a solidez do edifício maçônico, cujos materiais são seres vivos, unidos e indissolúveis pela profunda afeição que sentem uns pelos outros. O Amor Fraternal é na Maçonaria, o principio vital de ordem, harmonia e estabilidade, assim como a Gravidade o é dos corpos celestes.


R- Em pesquisar a verdade e aspirar sempre a subir, aprimorando-se.


R- Em grego, quer dizer “conhecimento”. É o conjunto de noções comuns a todos os iniciados que, através da pesquisa inquire as “Verdades Eternas”.


R- Compósita, Toscana, Jônica, Dórica, Corintia.


R- Ao Orador.


R- Ao Secretário.


  1. Nem nu, nem vestido, e segurando uma régua com a m esq, cuja extremidade estava apoiada sobre meu ombesq.


R- A Régua é o símbolo do método, da retidão e da lei. Simboliza também o aperfeiçoamento. Serve para traçar linhas retas.


38 - Como fizeste a 1º viagem?

R- Fui conduzido pelo Ir Esp e segurava na m esq um Maço e um Cinzel.


R – Simboliza o período de um ano, que o companheiro deve empregar em aperfeiçoar-se na pratica de cortar e lavrar a PB, que aprendeu a desbastar quando aprendiz.


R – O Compasso e a Régua.


R - Nada mais é do que o símbolo do segundo ano, no qual o Apr deve adquirir os elementos práticos da maçonaria, isto é, a arte de traçar linhas sob materiais desbastados e aplainados.


R – Somente a Alavanca.


R- É o emblema do poder que, junto a nossas forças individuais multiplica a potência do esforço e possibilita o desempenho de grandes tarefas.


R – O Esquadro e a Régua.


R - Simboliza o quarto ano de um Apr, no qual ele deve ocupar-se principalmente, na elevação do edifício, na direção de seu todo, verificando a colocação dos materiais reunidos, p/ terminar a obra maçônica.


R – Nada levei. Sendo que o Ir Esp colocou a ponta de uma esp sobre o meu cor.


R – Mostra que o Apr suficientemente instruído nas práticas manuais, deve, durante o quinto e último ano aplicar-se ao estudo teórico.


R- Entrelaçados.


R – Simboliza que após adquirir conhecimento das coisas materiais como aprendiz, o companheiro esta passando ao estudo das coisas relativas ao espírito.


R- Porque o Comp já mais esclarecido que o Aprpoderá seguir qualquer caminho, para procurar ou pesquisar a verdade.


R- O Pavimento Mosaico, a Estrela Flamígera e a Orla Denteada.


R- O Pavimento Mosaico é o assoalho do Grande Pórtico.

A Estrela Flamígera brilha no centro da Loja, para ilumina-la.

A Orla Denteada limita e decora as extremidades.


R- São o L da L , o Comp e o Esq.


R-O Esq, o Nível e o Prumo.


R- A P B, a P C e a Prancheta da Loja.


R- Seus ladrilhos de igual dimensão, alternadamente brancos e pretos, traduzem a rigorosa exatidão, que a tudo equilibra no domínio dos nossos sentimentos, submetidos fatalmente à lei dos contrastes.


R- Significa uma muralha protetora. Seus dentes se imbricam como se fossem dentes de cão. Protege toda Loja e não se interrompe no Ocidente como o faz a Corda de 81 Nós. Simboliza o Cosmos.

Numa cadeia de união, os pés dos IIr que formam devem formar esquadrias, de tal forma que tocando-se os pés de um Irm nos pés do Irm seguinte, forme uma figura semelhante à Orla Denteada.


R-O Ven Mestre, o 1o Vig e o 2o Vig


R- O L da L, o Comp e o Esq.


R- è o que há de principal, de melhor, de mais puro, mais refinado, mais requintado. Tem relação intima com o número cinco. Chega-se a este estado no Gr de Comp, pelo trabalho, o qual, quando sério, levará o Maçom a Conhecer-se à si próprio, aperfeiçoando-se. Isto quando empregar suas faculdades para criar, redescobrir as verdades do Grau e emprega-las em beneficio de seus semelhantes ou da própria Humanidade, completando assim a obra do Companheiro Maçom.


R – É o que é incontestável, a verdade intelectual é incontestável, cada um, tem a sua própria verdade, que poderá mudar após descobrir outra verdade.


R- É a capacidade de raciocinar, refletir, meditar. É um processo mental para formação de idéias.


R- É o arquivo das coisas pensadas e aprendidas. É o saber do conhecimento.


R- É o que possibilita aprender, a compreender. É a habilidade mental.


R_- A inteligência é o uso da consciência, o instinto é automático e inconsciente.


R – É a possibilidade que se tem de agir por risco e conta própria, é a liberdade de escolha sem interferências de alguém ou de algo. É o livre pensar e agir.


R – (Conforme a percepção do Ir.)


R-


R-


R-




ESCOPO DO GR DE COMP


O sentimento de solidariedade, que nasce da sincera e íntima comunhão entre irmãos, deve ser a constante preocupação do Companheiro. Se a liberdade é o ideal do Aprendiz, que aspira a Luz, a igualdade é do Companheiro, para que possa solidificar os sentimentos de fraternidade.


Às qualidades e aspirações do Aprendiz, deve o Companheiro acrescentar a capacidade de realizar, os conhecimentos adquiridos.


Assim, o progresso do companheiro depende de sua sempre crescente capacidade de interpretar os elementos fundamentais do simbolismo, aprendendo a vivê-los e realizá-los com mais utilidade e proveito.


Na constante ação de aperfeiçoamento do coração, pelo trabalho, pela pratica da moral e pela observância da ciência. O Companheiro não deve se esquecer que cada grau é uma melhor, mais iluminada e profunda compreensão das doutrinas e da moral do grau de Aprendiz, que será sempre a base do edifício maçônico.